A FORÇA DESTRUTIVA DO JULGAMENTO

A Palavra de Deus diz: “Não julgueis, e não sereis julgados. Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados, e com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos.” (Mateus 7, 1-2).

NÃO JULGUEIS, esta é a ordem do Senhor para nós, pois não cabe a nós julgar a caminhada de alguém quando ainda nós também estamos caminhando. Somente Deus que está nos céus poderá realmente nos julgar, pois Ele está acima de tudo, e não agirá por impulsos carnais. Ele penetra no mais profundo do coração de cada um, para aí sim encontrar quais foram as boas obras de cada um e o quanto andou pelo caminho correto.

Quantas vezes em nossas vidas nos pegamos falando mal de alguém, quantas vezes sem mesmo conhecer verdadeiramente alguém já julgamos ela por apenas um ato, uma primeira impressão. O filho de Deus, Jesus Cristo, veio a terra pedir para que nos amemos, e que não julguemos, pois estas são coisas opostas, não é possível fazer as duas coisas, como disse Madre Teresa de Calcutá: “Não perca tempo julgando as pessoas, para que não falte tempo para as amar.”

Hoje o chamado de Deus à todos nós é que reflitamos sobre o quanto temos julgado os outros.

O fato de nos preocuparmos com alguém ou ajudar as pessoas a melhorarem não é julgar, mas é estender a mão e isso sim é válido, desde que seja feito com amor. O amor é a grande diferença entre julgar e formar, quem julga não quer que o outro melhore, quer apenas pisar sobre aquele que errou, sobre aquele que é diferente, sobre aquele que é o alvo do julgamento. Por outro lado, quem ama, não faz fofoca, não quer expor, quer apenas o melhor para aquela pessoa.

Cabe a Deus julgar quem está ao seu lado, e caso não consiga ficar sem julgar alguém, experimente olhar no espelho, lá verás um ser humano muito limitado, e não precisará ficar olhando em volta para procurar a limitação de alguém.

E quando você for julgado, não dê o troco, faça como Jesus, responda com boas obras.

“Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte de meu Pai. Por qual dessas obras querem me apedrejar?” (João 10,32)

Sejamos mais amorosos, e menos julgadores, esta é a vontade de Deus para nossas vidas.

Pela intercessão da Sagrada Família de Nazaré.

Bruno Onofrio
Membro Consagrado CCSF – Missão São Paulo

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